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segunda-feira, 31 de março de 2014

Miley Cyrus mostra boa forma ao se bronzear com amigas


Extra

Se o comportamento de Miley Cyrus não é dos melhores, o corpo anda muito bem, obrigada. E ela faz questão de provar que está com tudo em cima. Na tarde desta segunda-feira, a loira postou uma foto no Instagram em que aparece se bronzeando com amigas, com o bumbum para o alto. Na imagem, Miley mostra que, pelo menos de costas, está com um corpão.
Nos comentários da foto, a cantora recebeu elogios pelo seu bumbum:
“Ela tem um belo bumbum”, escreveu um seguidor. “Sexy” e expressões como “Uau” também apareceram entre os comentários positivos.
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SENADOR DENUNCIOU FRAUDES NAS LOTERIAS DA CAIXA (MATÉRIA PUBLICA EM 10.05.2013)





O senador assegura que a Mega Sena é hoje a maior fonte de desvios e lavagem de dinheiro do país. Segundo ele, a quadrilha age especialmente quando o prêmio está acumulado e o trabalho começa por identificar nos computadores a sequência de números que não teria ganhador. As bolinhas são então devidamente "recheadas" e o próprio globo usado para o sorteio nos caminhões se encarrega de selecionar, com o jato de vento que lança as bolinhas para o alto, favorecendo as mais pesadas.
Fonte: Folha Política

Como era a Dilma Rousseff que lutou durante a ditadura? Companheiros da época respondem



A descrição do perfil da então estudante Dilma Rousseff foi apresentada por Jorge Nahas e por Fernando Pimentel,


Foto da então estudante Dilma quando foi presa durante ditadura
Foto da então estudante Dilma quando foi presa durante ditadura
Foto: Reprodução
A presidente Dilma Rousseff foi descrita como tendo sido uma militante "disciplinada e dedicada", além de ter demonstrado "grande capacidade de liderança" durante o período em que integrava os quadros da organização Colina (Comando de Libertação Nacional), grupo que lutou contra a ditadura e que tinha aparelhos (esconderijos) em Belo Horizonte.
A descrição do perfil da então estudante Dilma Rousseff foi apresentada por Jorge Nahas, 67, e por Fernando Pimentel, 63, ex-ministro da pasta de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, em entrevistas. Ambos participaram ao lado de Dilma na luta contra a ditadura como militantes, entre outras organizações, no Colina. Em 1969, Nahas tinha 23 anos e estudava medicina na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Já Pimentel, com 17 anos, era aluno do Colégio Estadual Central, localizado na capital mineira e onde a presidente também estudou.
"Ela sempre foi um quadro destacado, uma pessoa com qualidades, dedicada, muito disciplinada no que fazia, muito diligente e entregue à luta. Ela se aplicava muito nas tarefas", afirmou Nahas.
Por sua vez, Pimentel contou que Dilma "sempre teve grande capacidade de liderança". "Era aplicada, estudiosa e determinada. Sempre demonstrou coragem e inteireza moral na militância e na prisão", escreveu Pimentel.
Nahas disse ter integrado uma célula da Colina idealizada para o embate armado contra as forças de repressão. Já Dilma seria de outra vertente da organização. "Nossa intenção era partir para um enfrentamento armado. Nós advogávamos a resistência armada à ditadura através da guerrilha rural e da guerrilha urbana", disse Nahas. "A ditadura não te dava brecha. Ou você radicalizava ou então se submetia ao regime",completou.
"Dilma não pegou em armas"
Os dois, no entanto, afirmam que Dilma não pegou em armas. Segundo Jorge Nahas, a então estudante Dilma Rousseff participava de trabalhos denominados de "agitação de massas". "Ela coordenava trabalhos de agitação de massas, como dizíamos na época. Ela tinha trabalho voltados para os movimentos estudantis e operários. Ela também participava de uma imprensa clandestina, nós tínhamos um jornalzinho que era distribuído nas portas das fábricas e entre os estudantes", disse Nahas.
Pimentel relembrou os riscos que ele e a presidente corriam na época. O ex-ministro classificou o período como o "mais pesado" da ditadura. "Como é sabido, aquele foi o período mais pesado da ditadura militar, os chamados "anos de chumbo". Os direitos civis tinham sido extintos com o AI-5 (Ato Institucional nº5) e a tortura, as mortes e os desaparecimentos eram prática constante da repressão política. A militância era arriscada, tensa. Sabíamos desse risco, mas fizemos a opção pelo enfrentamento da ditadura. Aliás, boa parte da juventude brasileira se engajou nessa luta, com graus diferentes de envolvimento", descreveu.
Jorge Nahas relembra episódio que culminou com a entrada da presidente na clandestinidade. No início da manhã de 29 de janeiro de 1969, a polícia localizou e estourou um aparelho da Colina localizado no bairro São Geraldo, em Belo Horizonte. Segundo Nahas, houve intenso tiroteio no local. Em decorrência do embate, dois policiais foram mortos.
"Foi uma ação mal conduzida pela polícia. A gente reagiu e dois policiais acabaram sendo mortos. A gente ia ser imediatamente assassinado ali, mas houve uma ação do chefe da diligência que impediu o massacre. Porque seria um massacre, nós já estávamos rendidos", disse ele.
Nahas relembra que o episódio representou o início do périplo de Dilma na clandestinidade. "Ela iria ser presa porque eles já tinham chegado, de alguma maneira, ao nome dela e estavam de vigília no endereço da família dela em Belo Horizonte. Muito espertamente, ela e o marido perceberam e conseguiram burlar essa vigilância e fugiram. A partir desse momento, ela entrou para a clandestinidade", relembrou.
Ele afirmou que o grupo acreditava ter se escondido em um aparelho que dificilmente seria rastreado pela polícia. "Tinham sido presos anteriormente um ou dois companheiros. Nós suspeitávamos que eles já estavam no nosso rastro. A gente tinha três aparelhos e nos concentramos, éramos oito pessoas, no terceiro aparelho, achando que a polícia não chegaria lá", relembrou.
Na véspera, a célula da qual Nahas fazia parte assaltou duas agências bancárias na cidade de Sabará, localizada na região metropolitana de Belo Horizonte.
"Não deixar a ditadura passar batida"
Nahas relembra que, depois da prisão, iniciou um "calvário' em vários locais usados pelas forças de repressão. Ele afirmou ter ficado um ano e meio preso. A maior parte desse período foi passada em um presídio localizado na cidade de Ribeirão das Neves, cidade na região metropolitana de Belo Horizonte. Ele disse ter sido torturado.
O ex-militante relembrou que boa parte de sua geração se engajou na luta contra a ditadura e que ela cumpriu o objeto traçado. "A gente cumpriu um objetivo fundamental, que era não deixar a ditadura passar batida. A gente resistiu, perdemos, fomos massacrados, mas a nossa derrota, paradoxalmente, foi uma vitória, porque a ditadura não passou batida. Ela ficou marcada por essa resistência, pelo nosso martírio e pela brutalidade dos métodos repressivos", disse.
Em julho de 1970, Nahas foi libertado em uma troca de 40 militantes presos pelo embaixador alemão Ehrenfrid Von Holleren, sequestrado por guerrilheiros no Rio de Janeiro. Em seguida, ele disse ter sido expulso do país, sendo asilado em Cuba, onde terminou o curso de medicina. Ele voltou ao Brasil em 1979 após a anistia. O ex-militante contou ter participado da criação do PT.
"Eu fui banido do país, não tinha mais cidadania. Cuba nos recebeu como exilados políticos. A nossa intenção era voltar ao Brasil, de maneira clandestina, mas não deu", contou. Na iminência de se aposentar, Nahas disse acreditar que boa parte de sua geração cumpriu um papel destacado na luta contra a ditadura.
O ex-ministro Pimentel afirmou ter sido preso em 1970, em Porto Alegre. Depois de um ano, foi transferido para Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ele declarou também ter sido torturado. "Sofri agressões físicas e sessões de choques elétricos durante vários dias", descreveu.
Ele não saiu do país, cumprindo no território nacional o tempo de prisão, sendo libertado em 1973.
FONTE: UOL

EM CHAVAL, SALINEIRO É MORTO A GOLPES DE FACA PORQUE PEDIU PARA DIMINUIR SOM DE BAR.


Durante a noite de domingo, 30, por volta das 08h30, aconteceu um crime de morte que deixou a população da cidade de Chaval revoltada a ponto de querer linchar o acusado.
O Camocim Polícia 24h apurou o caso a partir de informações policiais e foi informado que o crime se deu por um motivo fútil e torpe. O salineiro, cidadão e pai de três filhos pequenos identificado como Francisco Anastácio Mendonça da Conceição, 28 anos, teria apenas pedido para baixar um som de um bar que estaria em alto volume e perturbando seu sossego e de sua família. Alguns indivíduos que estavam no bar se revoltaram e começaram a xingar a vítima. Em certo momento um jovem identificado como Danilo Benício da Rocha, 23 anos, o qual estava armado à faca, partiu pra cima do salineiro e desferiu um golpe fatal que atingiu o local ao lado do peito direito da homem, fazendo com que ele caísse e ficasse agonizando no chão e pedindo para alguém o socorresse e não o deixasse morrer. O trabalhador foi socorrido imediatamente e ainda com vida para o hospital da cidade mais infelizmente veio a óbito no momento em que dava entrada. Quanto ao acusado, ele empreendeu fuga logo após praticar o crime. Avisados sobre o sinistro, uma composição do destacamento de Chaval sob o comando do Cb De Paula, outra do destacamento de Barroquinha, juntamente com as Forças Táticas de Camocim e Tianguá, sob o comando do Capitão Charles Robert, começaram a diligenciar por toda a cidade a procura do suspeito.
Durante a procura, os militares foram informados que o acusado estava escondido em cima de um aglomerado de pedras localizado no bairro do Cruzeiro. Imediatamente os policiais cercaram o local e fizeram um pente fino na área, sendo que um soldado de destacamento de Chaval conseguiu avistar o elemento mergulhado e camuflado em uma poça de lama tentando despistar os pm,’s. O suspeito foi dominado e só não foi linchado pela população revoltada devido a intervenção da Polícia Militar. A toda hora ele negava ser o autor do crime, porém, quando colocado frente a frente com as testemunhas logo foi reconhecido com aquele que desferiu a facada que tirou a vida do salineiro pai de três pequeninos. O acusado foi conduzido a DPC em Camocim, juntamente com as testemunhas, onde foi apresentado a autoridade policial, que o flagrante-ou com base no artigo 121, paragrafo II Inciso 2 do CPB. Ainda na delegacia, os policiais verificaram os antecedentes criminais do indivíduo e verificaram que ele já respondeu por vários procedimentos por ameaça e por furtos.
Do blog: Lamentamos profundamente pela morte de um pai de família trabalhador e que infelizmente deixou desamparadas três pequenas crianças, porém, há que se ressaltar a resposta rápida e eficiente da Polícia Militar que efetuou a prisão do acusado pouco tempo depois do cometimento do crime. Infelizmente, como já é de conhecimento de todos, esse elemento não ficará por muito tempo preso e logo, logo será beneficiado pelas brechas da lei. Fonte;Camocim Polícia 24h

Corpo é encontrado no Distrito Industrial de João Pessoa; pauladas e facadas podem ser a causa da morte

Próximo ao cadáver estavam alguns pedaços de madeiras e a 50 metros um carro vermelho de placa do Rio de Janeiro, com manchas de sangue e camisinha
Um corpo ainda não identificado foi encontrado na manhã desta segunda-feira (31), com requintes de crueldade no Distrito Industrial próximo a Vila Romana, na BR - 101.
Funcionários da empresa acionaram a polícia. Ao lado do corpo, estavam alguns pedaços de madeiras e a 50 metros um carro vermelho de placa do Rio de Janeiro, com manchas de sangue e preservativos. A perícia foi até o local e informou que a morte foi praticada com pauladas e facadas. De acordo com a Polícia Militar, durante a madrugada em torno do local é comum haver prostituição de mulheres e travestis.




Texto: Portal Correio /Fonte das Fotos Bayeux Jovem

CARANDIRU;PARA CHOCAR JÚRI,FÓRUM AMANHECE COM "PM MORTO"


O fórum criminal da Barra Funda, na zona oeste da capital paulista, amanheceu na manhã desta segunda-feira com uma cena forte. Um "corpo" coberto, ensanguentado e com uma cruz no peito. Sob a cobertura podia-se observar uma farda da PM e os tradicionais coturnos da corporação.
Trata-se de um protesto da Associação de Cabos e Soldados da Polícia Militar do Estado de São Paulo, que pede a absolvição de 15 policiais militares envolvidos no Massacre do Carandiru, ocorrido em 2 de outubro de 1992.

O grupo de PMs vai a julgamento nesta segunda-feira, sob a acusação de oito mortes e duas tentativas de homicídio. O grupo pertencia ao COE (Comando de Operações especiais) e atuou no terceiro andar (quarto pavimento) do Pavilhão 9 na data do massacre. Outros três grupos de policiais que atuaram naquele dia saiu condenado com penas que variam entre 96 e 624 anos de prisão. O deputado e pré-candidato ao governo de São Paulo, Major Olímpio (PDT), era um dos que participava do protesto e que defende a absolvição dos policiais. "Está claro que esses policiais cumpriram ordens e que não há provas de que eles foram responsáveis pelas mortes às quais são imputados", disse.
Parentes e amigos de policiais participaram de protesto O grupo ligado aos PMs chegou ao Fórum por volta das 7h, horário em que os jurados começavam a se apresentar para participar do sorteio que definirá o corpo do júri. Além da associação, parentes e amigos de policiais militares também participaram do protesto. O grupo deverá permanecer durante todo o dia no Fórum, acompanhando os trabalhos que devem começar nesta tarde. Ainda nesta manhã será feito o sorteio dos jurados, que é fechado ao público. Em um documento entregue em frente ao fórum, a Associação de Cabos e Soldados informa que os policiais agiram dentro dentro da lei ao receberem "ordem direta" para invadir o presídio. A associação classifica o julgamento como político. Fonte: Terra

Porão usado durante ditadura militar no PI ainda tem manchas de sangue









Sala não tem janelas e ainda guarda marcas de sangue nas paredes (Foto: Patrícia Andrade/G1)
“Vamos conhecer a sala de massagem com aconselhamento e reflexão?”. É assim, em tom de ironia, que o artesão Antonio Carlos de Oliveira convida quem entra na sua loja na Central de Artesanato Mestre Dezinho, em Teresina, para conhecer o porão que abrigou presos políticos durante a ditadura militar. É ali, no box 43, abaixo do ateliê de Carlos Oliveira, que permanecem as marcas de sangue e de uma época tortuosa, sombria e amarga instalada após o golpe militar de 1964, que completa 50 anos.A grade já enferrujada e que dá acesso ao calabouço fica logo na entrada do ateliê. Quem ousa pisar no gradeado logo é repreendido pelo artesão: “Você sabia que está pisando em uma parte da nossa história”? É a partir desse alerta, e com a experiência de quem sentiu na pela a força da censura que perdurou por duas décadas no país, que Carlos Oliveira reconta a história da sala de tortura.

“Na época os militares diziam que aqui era um local onde eles guardavam as armas e também onde os coturnos (bota de uso militar) eram consertados. Como que iam guardar armas em um local quente e úmido como esse? Isso aqui foi uma sala de tortura física e psicológica e muitas pessoas foram covardemente violentadas”, conta.

Basta entrar no local e não é muito difícil imaginar o que os presos passavam. Os dez lances da escada são estreitos e, segundo Carlos, muitas pessoas eram jogadas antes mesmo de terminar a descida ao porão. Sem janelas, a sala é quente e em alguns minutos dá pra ficar sufocado. Em meio às manchas dos cupins ainda é possível ver manchas de sangue nas paredes.

No espaço, que hoje é a maior vitrine do artesanato piauiense, funcionou o quartel da Polícia Militar durante os anos de chumbo. O local, que é bastante visitado por estudantes e historiadores, recebeu a visita da Comissão da Anistia, instalada pelo Ministério da Justiça em agosto de 2001para analisar os pedidos de indenização formulados por pessoas que foram impedidas de exercer atividades econômicas por motivação exclusivamente política durante a ditadura.

Um dos presos pelo regime militar foi o jornalista piauiense Benoni Alencar, líder estudantil na época e que foi mandado para o Rio de Janeiro, onde passou a morar. No dia 7 de fevereiro de 1995, quase 30 anos após a sua prisão, ele retornou ao Piauí somente para visitar o calabouço. A data e assinatura do jornalista foram registradas em um caderno que o artesão Carlos Oliveira mantém guardado em meio às esculturas e material de pintura no ateliê.

“Vi aquela pessoa chegar gritando que voltaria um dia ali e fiquei curioso. Ele entrou e conversamos das 8h às 16h. Ele me contou tudo que passara aqui e depois voltou para o Rio. Só queria cumprir o que havia prometido: que voltaria a esse local”, relembra. Benoni Alencar morreu no dia 27 de setembro de 2011.

No porão, não há nenhuma placa e para o artesão ninguém tem interesse em preservar um local que é uma vergonha para a história. “Aqui é um símbolo da repressão, da época em que para descentralizar as lideranças e também os pensamentos eles mantinham as pessoas presas ou mandavam para outro estado”.

Fonte: G1

PF prende 23 pessoas e apreende 3,7 toneladas de cocaína em operação









Polícia Federal convocou entrevista para dar mais detalhes sobre a operação (Foto: João Paulo de Castro/G1)
A Polícia Federal cumpriu 46 mandados de prisão e 80 mandados de busca e apreensão na manhã desta segunda-feira (31) para desarticular quadrilhas que realizam o tráfico internacional de drogas utilizando o Porto de Santos, no litoral de São Paulo. Ao todo, 23 pessoas foram presas e mais de 3,7 toneladas de cocaína, dinheiro, veículos e armas foram apreendidas. De acordo com a polícia, essa é a maior apreensão da droga feita no litoral de São Paulo neste ano.

Segundo a Polícia Federal, a quadrilha utilizava contêineres para transportar cocaína pura do Porto de Santos para a Europa, Cuba e África. Ainda de acordo com a PF, a droga era colocada em mochilas e sacolas que eram inseridas nos contêineres por funcionários particulares, sem o conhecimento dos donos das cargas ou dos navios. A droga seguia junto com um lacre clonado. No local de destino, membros da organização criminosa rompiam os lacres, recuperavam a cocaína e colocavam os lacres clonados, para não gerar suspeitas.

Ao todo, a Polícia Federal apreendeu mais de 3,7 toneladas de cocaína, 230 mil euros, 10 veículos, uma embarcação, 19 armas curtas, 2 fuzis e prendeu 23 pessoas. As organizações criminosas eram investigadas desde 2013 na Operação Hulk e também na Operação Oversea, que tinham como foco o tráfico de drogas que utilizava como rota o Porto de Santos.

Fonte: G1

Clássico-Rei tem briga dentro e fora do estádio; bomba caseira foi apreendida


Robson Roque
Explosivos usados no confronto pela torcida (Foto: Reprodução/TV Verdes Mares)
Mais um Clássico-Rei entre Ceará x Fortaleza teve brigas, confusão e até bombas encontradas com torcedores. Dentro do estádio Castelão, palco da Copa do Mundo, a situação não foi diferente com brigas nas arquibancadas.

Em um dado momento do intervalo, um torcedor passou a ser agredido por um grupo de homens em espaço onde ficavam torcedores do Tricolor do Pici.  Em outro ponto, um outro torcedor era agredido quando teria sido flagrado realizando um furto.

Jogadores do Fortaleza, então, aproximaram-se junto a arquibancada pedindo paz à sua torcida. De acordo com informações do Globo Esporte, a Polícia Militar realizou apreensão de dois menores e a prisão de outros dois indivíduos.

Uma arma branca e uma de fogo foram apreendidas. Com os dois adolescentes a polícia encontrou uma bomba de fabricação caseira que, ao ser detonada, espalha diversos pregos em seu redor (veja foto acima).

Um homem foi baleado na perna por volta das 13h00 no entorno do estádio Castelão. Ele foi socorrido por policiais e minutos depois uma arma foi encontrada nas proximidades, o que leva a crer que seja a arma do crime que está sob investigação.

Indenizações aprovadas na Comissão de Anistia chegam a R$ 3,4 bilhões









Estante da Divisão de Arquivo da Comissão de Anistia,já foram aprovados R$ 4,3 bilhões em indenizações a vitimas da ditadura, desde a criação da comissão, há 13 anos Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/pais/o-custo-da-reparacao-i (Foto: Jorge William)
Criada há 13 anos com intenção de reparar as vítimas da ditadura, a Comissão de Anistia aprovou 40.300 pedidos com indenizações que chegam a R$ 3,4 bilhões. Entre 2001 e 2013, 63% dos requerimentos receberam o aval da comissão e 37% foram rejeitados. Os maiores valores foram aprovados nos primeiros anos de funcionamento da comissão. Entre 2002 e 2006, as indenizações retroativas chegaram a R$ 2,4 bilhões, o equivalente a 70% do total desse tipo de reparação aprovada pela comissão desde sua instalação. Por categoria, os militares são os recordistas em requerer condição de anistiado politico: até agora, já são 11.836 solicitações. Os trabalhadores e integrantes de movimentos sindicais aparecem na sequência, com 8.694 pedidos.

Há sete anos como presidente da Comissão de Anistia - o mais longevo até agora -, o professor Paulo Abrão entende que as indenizações representam o custo da ditadura nas vidas dos que foram vítimas do regime militar.

— Houve um prejuízo causado pela ditadura a milhares de brasileiros. E, portanto, o Estado tem o dever de, nada mais nada menos, devolver aquilo que foi roubado desses cidadãos. São todos valores que pertenceram ao patrimônio dessas pessoas e que foram, arbitrariamente, retirados. É o custo da ditadura — disse Paulo Abrão.

O valor efetivamente pago aos anistiados é maior do que o aprovado pela comissão, que decide sobre o valor destinado a cada caso de concessão de reparação. Mas cabe aos ministérios do Planejamento - no caso dos civis - e o da Defesa - no caso dos militares - o pagamento. E nessas pastas acontecem seguidas atualizações desses valores.

Nos primeiros anos de atividade da Comissão de Anistia, os trabalhadores que tiveram seus direitos violados — caso dos sindicalistas — e os militares que se sentiram atingidos pelos atos de exceção foram as primeiras categorias a ingressar com pedidos de indenização e reparação. Somente ao longo dos anos, os perseguidos políticos da ditadura — como os que atuaram em grupos de esquerda e que foram alvos de prisões e torturas — ingressaram com requerimentos.

— Houve um processo de conhecimento, e de reconhecimento, que a lei (que criou a comissão) não se reduzia a violações que atingiam direitos trabalhistas, mas englobava também todos os que foram atingidos pelos atos de exceção dos militares e que, aos poucos, foram rompendo a barreira do silêncio e mostraram disposição para falar, dar seus testemunhos e buscar seus direitos. Os traumas não são superados de uma hora para outra — afirmou o presidente da comissão.

Paulo Abrão implementou as Caravanas da Anistia, que são sessões temáticas e que envolvem segmentos distintos, como mulheres e filhos de perseguidos políticos que julgam processos desses grupos. Desde que assumiu, Abrão alterou critérios de indenização e implementou tabelas de pagamento mais próximas do mercado de trabalho:

— Não há mais indenizações milionárias. Estão de acordo com a média do mercado salarial vigente.

Nos primeiros anos de funcionamento, a Comissão de Anistia chegou a aprovar valores retroativos que variavam de R$ 1 milhão a R$ 2 milhões para um só anistiado. As prestações mensais, não raras, chegavam a R$ 18 mil. Desde que começou a funcionar, a comissão paga três tipos de indenização: a prestação única, na qual o anistiado recebe o valor de uma só vez e no limite de R$ 100 mil; a prestação mensal, que equivale ao salário médio que o requerente estaria recebendo no seu emprego se não tivesse tido sua carreira interrompida; e o retroativo, que representa o montante acumulado ao longo dos anos de perseguição, e que é pago de forma escalonada.

Nos últimos dois anos a comissão iniciou um levantamento sobre os grupos específicos que reivindicam anistia. São estudos que classificaram os pedidos de anistia com relação a gênero, natureza da perseguição, local de perseguição e consequências. Numa amostra de 240 pedidos de reparação do movimento estudantil, constatou-se que os estudantes de direito (36 casos), de medicina (15 casos) e de engenharia (14 casos) foram os mais perseguidos. Do total, 192 eram homens e 48 mulheres.

"Os estudantes foram submetidos, em sua grande maioria, a atos de repressão como prisões, torturas e cassações e não a mortes e desaparecimentos. Assim, a perseguição no meio estudantil foi de uma ordem que permitiu que continuassem vivos, podendo hoje pedir reparação pelos danos sofridos", afirmou a consultora Maria Carolina Bissoto em seu relatório.

Outro trabalho identificou 640 pedidos de camponeses, trabalhadores urbanos, indígenas e militares que se envolveram na Guerrilha do Araguaia e foram alvos de tortura e prisões arbitrárias.

— Frequentes mesmo são os relatos dos impactos da guerrilha na vida dos camponeses, tanto pela sensação de medo que foi sendo promovida pelas Forças Armadas com a disseminação de informações como pelas inúmeras violações de direitos, como torturas, prisões, danos patrimoniais, bem como recrutamentos obrigatórios para servir de guia na mata" — concluiu o consultor da comissão Vitor Silva Alencar.

Um acervo de reminiscências dos anos de chumbo

Para reforçar o pedido de indenização e provar que foi perseguido pela ditadura, vale apresentar todo tipo de material. O acervo da Comissão de Anistia coleciona itens variados como livros, fitas K-7, receita médica, radiografias de partes do corpo, caixas de remédio, passaporte, exames de ressonância, fotos e até uma Bíblia. Entre todo esse material, chama a atenção um enorme painel, de dez metros de comprimento, que faz um relato cronológico e manuscrito da perseguição do economista Ady Vieira Filho. Ali, o anistiado faz um paralelo dos acontecimentos políticos do país com sua biografia durante vários anos. Ele conta que levou dez anos para elaborar a peça.

No caso de exames médicos e raio X enviados, o objetivo do anistiando é demonstrar que foi alvo de torturas e que ficou com sequelas pelo corpo ou que sofre de algum tipo de doença e clama que seu pedido na comissão seja votado com prioridade na frente de outros.

— O anistiando se vale do que pode para comprovar a perseguição política. Tem livros, revistas, jornais da época e até coisas um pouco diferentes, como caixa de remédio e exame de cateterismo enviados por pessoas que tentam demonstrar que estão doentes e que seus processos precisam ser julgados com mais rapidez — conta Mayara Nunes de Castro, chefe da Divisão de Arquivo da Comissão.

Entre as curiosidades do acervo estão os livros, autobiográficos ou não, anexados aos processos pelos autores do pedido de anistia. Os títulos são diversos: “O sapateiro militante", “Depoimento de um torturado", “Pequenas histórias da cadeia", "Retalhos da tortura", e “Reminiscências de um ex-aluno do Colégio Pedro II, de um médico da UFRJ nascido no Morro do Alemão — peitudo cabaré".

— São livros autobiográficos, e pessoas anônimas, que publicam suas histórias em edições quase que de forma caseira. São para contar o que viveram naqueles anos a seus amigos e pessoas próximas — afirma Mayara

Anistiado em 2007, Ady Vieira, o autor da cronologia gigante, recorreu da decisão, mesmo ganhando. A comissão aprovou o pagamento de uma prestação única de R$ 100 mil.

— Mas não me concederam a volta ao meu antigo emprego (no serviço público). E não pedi dinheiro — diz Ady, que foi perseguido pela ditadura e quatro vezes preso.

O acervo guarda ainda 4.300 caixas com cerca de 55 mil processos já julgados pela Comissão de Anistia. A coordenadora de Documentação e Pesquisa do acervo, Elisabete Ferrarezi, explicou que boa parte desses processos já está digitalizada. Esse processo permitirá o amplo acesso para os usuários e a preservação de todo o material, inclusive desses objetos anexados ao processo.

Além desses itens, o anistiando inclui no seu pedido depoimentos testemunhando sua perseguição, certidões do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI), documentos disponíveis no Arquivo Nacional e informações sobre seus vínculos de emprego e as provas de que teve sua atividade profissional afetada pela ditadura.

Fonte: O Globo

Juazeiro do Norte-CE: Três homicídios e três mortes no trânsito neste fim de semana no Cariri

Demontier Tenório///(Foto: Cícero Valério/Agência Miséria)
Três morrem em colisão de motocicletas na estrada do Arajara na tarde de ontem (Foto: Cícero Valério/Agência Miséria)
Subiu de três para seis o número de mortes violentas na comparação dos dois últimos finais de semana na região do Cariri. Neste, foram três homicídios, sendo dois em Juazeiro do Norte e mais um em Campos Sales e três mortes no trânsito em Crato. Ainda na noite de sexta-feira o primeiro corpo deu entrada no Instituto Médico Legal (IML) de Juazeiro do Norte e os demais neste domingo, após um sábado marcado pela tranquilidade.

Por volta das 22 horas de sexta, Jaekson Gomes de Oliveira, de 23 anos, foi assassinado com quatro tiros atingindo-o no rosto, pescoço, coxa e tórax. Ele ainda foi encontrado por uma pessoa agonizando na estrada carroçável que dá acesso ao Sítio Varzinha na zona rural de Campos Sales a qual tratou de socorrê-lo ao hospital local, onde faleceu pouco tempo depois. Segundo a polícia, a vítima não tinha passagens, mas apenas suspeitas do envolvimento com drogas e assaltos.

Por volta das 03h30min deste domingo na Rua Luciano Torres de Melo (Jardim Gonzaga) em Juazeiro um adolescente foi morto com nove facadas, sendo cinco no tórax e quatro nas costas. José Fernando Gomes do Nascimento tinha 16 anos e residia na Rua Tabelião Luiz Teófilo Machado naquele bairro. Segundo populares disseram à polícia, ele estava em uma festa naquela rua quando se envolveu numa confusão com um jovem identificado apenas por “Ramon Galego” que o teria ameaçado de morte.

Já por volta do meio dia deste domingo morreu em um dos leitos do Hospital Santo Antonio de Barbalha, o agricultor Antonio Joaquim da Silva, de 65 anos, que residia na Rua Construtor Raimundo José Diniz, 228 (Frei Damião) em Juazeiro.Segundo a polícia, por volta das 19h30min de sábado ele estava com uma faca ameaçando a companheira quando um homem não identificado apanhou uma enxada e o agrediu na cabeça com o cabo desta e fugiu. Uma equipe do SAMU foi ao local e suspeitando de traumatismo craniano o levou ao hospital barbalhense, onde morreu.

Às 16 horas houve uma colisão de motos na CE-386, que liga Crato e Barbalha - via Distrito de Arajara, resultando na morte de três pessoas. Francinaldo Vieira do Nascimento, de 29, era funcionário da CODEMA em Crato e viajava sozinho. Já o agricultor Leandro Magno Alexandro, de 24, conhecido como Bilé, e Francisco Marcos da Silva, de 25 anos, e apelidado por Tainha, trafegavam na outra moto. Bilé residia no Sítio Santo Antonio e Tainha no Engenho do Meio (Distrito de Arajara) em Barbalha.

O acidente ocorreu em cima da ponte sobre o Rio Constantino no sítio do mesmo nome situado em Crato, onde Francinaldo morava na Rua do Cruzeiro, 511 e seguiana direção do Arajara pilotando sua moto Honda de cor azul, a qual ficou completamente destroçada. Já Bilé guiava uma moto Honda vermelha na direção contrária levando Tainha na garupa. Um irmão deste último admitiu que os dois bebiam em um bar por perto quando decidiram ir ao centro de Crato. Segundo testemunhas, a moto vermelha teria invadido a faixa de tráfego oposta. O corpo de Bilé ficou mutilado, enquanto o garupeiro foi arremessado há cinco metros do local do acidente caindo em uma ribanceira às margens do rio.